Olympus Pen Ess2segunda-feira, 30 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
É esta a razão...
...porque não é permitido acampar nas Berlengas.
encontrei este diapositivo por acaso, perdido numas caixas antigas. Gostei das cores e do contraste. Não há nada que chegue â luz e cor de um bom diapositivo.
quarta-feira, 25 de março de 2009
a espera
O que esperamos na ágora reunidos?
É que os bárbaros chegam hoje.
Por que tanta apatia no senado?Os senadores não legislam mais?
É que os bárbaros chegam hoje. Que leis hão de fazer os senadores? Os bárbaros que chegam as farão.
Por que razão o imperador se ergueu tão cedo e de coroa solene se assentou no seu trono, à porta magna da cidade?
É que os bárbaros chegam hoje.O nosso imperador conta saudar o chefe deles. Tem pronto para dar-lhe um pergaminho no qual estão escritos muitos nomes e títulos.
Por que razão hoje os dois cônsules e os pretores usam togas de púrpura, bordadas e pulseiras com grandes ametistas e anéis com tais brilhantes e esmeraldas? Por que hoje empunham bastões tão preciosos de ouro e prata finamente cravejados?
É que os bárbaros chegam hoje, tais coisas os deslumbram.
Por que não vêm os dignos oradores derramar o seu verbo como sempre?
É que os bárbaros chegam hoje e aborrecem arengas, eloqüências.
Por que subitamente esta inquietude? (Que seriedade nas fisionomias!) Por que tão rápido as ruas se esvaziam e todos voltam para casa preocupados?
Porque é já noite, os bárbaros não vêm e gente recém-chegada das fronteiras diz que não há mais bárbaros.
Sem bárbaros o que será de nós?Ah! eles eram uma solução.
É que os bárbaros chegam hoje.
Por que tanta apatia no senado?Os senadores não legislam mais?
É que os bárbaros chegam hoje. Que leis hão de fazer os senadores? Os bárbaros que chegam as farão.
Por que razão o imperador se ergueu tão cedo e de coroa solene se assentou no seu trono, à porta magna da cidade?
É que os bárbaros chegam hoje.O nosso imperador conta saudar o chefe deles. Tem pronto para dar-lhe um pergaminho no qual estão escritos muitos nomes e títulos.
Por que razão hoje os dois cônsules e os pretores usam togas de púrpura, bordadas e pulseiras com grandes ametistas e anéis com tais brilhantes e esmeraldas? Por que hoje empunham bastões tão preciosos de ouro e prata finamente cravejados?
É que os bárbaros chegam hoje, tais coisas os deslumbram.
Por que não vêm os dignos oradores derramar o seu verbo como sempre?
É que os bárbaros chegam hoje e aborrecem arengas, eloqüências.
Por que subitamente esta inquietude? (Que seriedade nas fisionomias!) Por que tão rápido as ruas se esvaziam e todos voltam para casa preocupados?
Porque é já noite, os bárbaros não vêm e gente recém-chegada das fronteiras diz que não há mais bárbaros.
Sem bárbaros o que será de nós?Ah! eles eram uma solução.
Tradução de um poema de Konstantínos Kaváfis
sábado, 21 de março de 2009
Pés
"Cuando no puedo mirar tu cara miro tus pies.
Tus pies de hueso arqueado,
tus pequeños pies duros.
Yo se que te sostienen,
y que tu dulce peso
sobre ellos se levanta.
Tu cintura y tus pechos,
la duplicada púrpura
de tus pezones,
la caja de tus ojos
que recien han volado,
tu ancha boca de fruta,
tu cabellera roja,
pequeña torre mía.
Pero no amo tus pies
sino porque anduvieron
sobre la tierra y sobre
el viento y sobre el agua,
hasta que me encontraron."
Pablo Neruda
Tus pies de hueso arqueado,
tus pequeños pies duros.
Yo se que te sostienen,
y que tu dulce peso
sobre ellos se levanta.
Tu cintura y tus pechos,
la duplicada púrpura
de tus pezones,
la caja de tus ojos
que recien han volado,
tu ancha boca de fruta,
tu cabellera roja,
pequeña torre mía.
Pero no amo tus pies
sino porque anduvieron
sobre la tierra y sobre
el viento y sobre el agua,
hasta que me encontraron."
Pablo Neruda
sexta-feira, 20 de março de 2009
«Bicas»
Estas antigas peças de equipamento urbano, como agora são designadas, já foram vitais para o abastecimento às inumeras casas sem água canalizada. Hoje são coisa do passado, em vias de extinção. Estas sobrevivem na zona ribeirinha de Massarelos.

Forte de S. João da Foz- pátio de entrada
Como comentário o facto extremamente irritante de verificar que o referido pátio se encontrava apinhado de carros estacionados. Afinal temos património ou parques de estacionamento?

«Foi construído nos séculos XVI/XVII. Exemplar de fortificação abaluartada como dois níveis de terraplenos e grande capacidade defensiva, tinha por função proteger a entrada da barra.O recinto contém ainda as ruínas da antiga Igreja de São João da Foz, construída no século XVI, bem como as ruínas de um outro edifício outrora pertencente aos beneditinos de Santo Tirso e de uma construção apalaçada, conhecida por Palácio de D. Miguel da Silva, ambas também datadas do século XVI. D. Catarina, viúva de D. João III e regente do reino durante a menoridade de seu neto D. Sebastião, mandou ao Porto João Gomes da Silva com a missão de fortificar as costas marítimas desta cidade. Foi ele quem iniciou a fortaleza de São João da Foz, mas ficou apenas pelos alicerces. Filipe III de Espanha, com receio que tropas estranhas desembarcassem no Douro, mandou construir um castelo na Foz, que começou a ser efectivamente construído a 18 de Fevereiro de 1589, embora as bases datem de 1560. Em 1642 o Engenheiro-mor Lassart é encarregue da ampliação e reforço do Forte, obra que vai implicar a destruição quase completa da igreja de São João da Foz. Algumas décadas mais tarde, em 1681 o forte é ocupado por uma guarnição mista de artilharia e infantaria e em 1696 pelo Terço de Infantaria sustentado pela Câmara do Porto. Em 1798 o Engenheiro Reinaldo Oudinot projecta um portal neoclássico que substitui a primitiva porta de armas. Já no séc. XIX são realizadas obras no interior do forte, cobrindo com uma camada espessa de argamassa e telha a cúpula hexagonal da igreja quinhentista e reduzindo o palácio de D. Miguel da Silva a apenas alguns vestígios. O forte acabou por ser abandonado em meados do século XX.»
Texto recolhido no site do IPPAR.
Interessante verificar que este texto não refere as obras de restauro e conservação realizadas há bem pouco tempo, nem quais as funções que nele se exercem actualmente. Neste blog a descrição é mais extensa e fornece links para outros locais.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Resistente
Por aqui passa um dos maiores efluentes subterrâneos da cidade, daí esta faixa de terreno ter ficado esquecida, uma cápsula do tempo.

Agfapan 400
quarta-feira, 18 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Perdidos
Há falta de melhor, levariam de cá recordações de momentos bem passados, mas o mais provável é não se lembrarem de coisa nenhuma.
PS:se repararem, o gabinete do turismo oferecia os seus melhores serviços fechando as portas a quem viesse.
Neutralidade
quinta-feira, 12 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
A crise aqui chama-se pobreza...
...que é coisa que não merece títulos de nenhum jornal, parece que se tornou coisa banal, sem o rosto mediático de gestores ou políticos, ou o contexto económico mundial a quem deitar as culpas.
«Sempre houve e sempre haverá - é a vida», dirão alguns, preocupados (mas náo muito) com a forma de esconderem na declaração do IRS os milhões ganhos em negócios feitos à custa do dinheiro dos outros.

«Sempre houve e sempre haverá - é a vida», dirão alguns, preocupados (mas náo muito) com a forma de esconderem na declaração do IRS os milhões ganhos em negócios feitos à custa do dinheiro dos outros.
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