Por detrás do palco
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Clubismo...
Hoje apanhei uma seca de um amigo que a propósito da máquina que eu levava, me deu cabo do bicho do ouvido com a conversa de que a Nikon é que é, e isto, e aquilo, e o caralho...
Aos Canonistas e aos Nikonistas, deixem-se de tretas e tirem mas é fotografias, porra!
Aos Canonistas e aos Nikonistas, deixem-se de tretas e tirem mas é fotografias, porra!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Crianças de Miragaia
A surpresa e o encantamento de ver crianças que ainda brincam simplesmente sentadas nas escadas da rua.
«From Romania with love»
Já cá anda há algum tempo, tocava em festas e casamentos lá na terra dele. Veio para cá a pensar que vinha para o apregoado paraiso à beira mar plantado. Como a Europa acaba aqui e já ninguém contrata um violinista para festas, pede-se esmola, claro.

A Torre
O "exlíbris" da cidade, poupado pela destruição de uma "guerra" esquecida que deixou aquele espaço público no estado que se vê. Está à venda pela melhor oferta...

No Castelo do Queijo
Uma saída a ver o mar e entre uma "bejeca" e a conversa, lá se tiraram algumas fotos. O pessoal da F4, claro. Eu aproveitei para experimentar um novo brinquedo, uma Tokina ATX pro 80/200mm que me emprestaram.
Gostei.
Aproveitar o sol e a vida...
Gostei.
domingo, 28 de setembro de 2008
A biblioteca
A biblioteca Almeida Garrette, no Porto, um dos edifícios públicos mais interessantes da cidade, quer em termos formais, quer pela relação que estabelece com os espaços e edifícios onde se insere.

Canon 22/55mm AF.USM
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Na Casa da Música
Aconteceu no espaço exterior da Casa da Música, um espetáculo que envolveu músicos, bailarinos, a rapaziada dos skates e bicicletas e pessoas com deficiências motoras graves, numa tentativa de sensibilizar o público para a realidade dos problemas de inserção e outros, sentidos por quem necessita de apoio para levar a sua vida o melhor possível.
Este gesto, e o espetáculo em si não impediram no entanto que um travo amargo se sentisse ao confrontarmos a vitalidade e desenvoltura da bailarina com o esforço titánico dos deficientes feito para percorrer uns escassos metros.

Este gesto, e o espetáculo em si não impediram no entanto que um travo amargo se sentisse ao confrontarmos a vitalidade e desenvoltura da bailarina com o esforço titánico dos deficientes feito para percorrer uns escassos metros.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
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